Que homem não gostaria de melhorar o desempenho sexual? Afinal, essa é uma área diretamente ligada ao bem-estar, qualidade de vida e autoestima masculina. Mas, para tanto, além das correções no estilo de vida, existem algumas medidas que precisam ser consideradas.
Neste artigo, mostramos quatro dicas valiosas para quem está em busca da sua melhor versão, também, entre quatro paredes. Se o assunto é do seu interesse, continue a leitura e saiba mais!
Autoestima masculina versus vida sexual
Sabe-se que homens com uma boa autoestima têm uma vida sexual mais prazerosa e saudável. Isso porque, eles:
- se preocupam em manter uma dieta balanceada e nutricionalmente equilibrada;
- fazem questão de praticar atividades físicas regularmente;
- mantêm uma higiene corporal adequada;
- cultivam uma boa saúde mental;
- vão às consultas urológicas de rotina e fazem os exames de check-up solicitados;
- evitam comportamentos de risco, por exemplo, parando de fumar ou de ingerir álcool em excesso, usando preservativos para prevenir as infecções sexualmente transmissíveis (IST); entre outras medidas.
Na prática, tudo isso ajuda a ter uma boa saúde física e mental. Consequentemente, favorece uma boa qualidade de vida e, até mesmo, ajuda a melhorar o desempenho sexual.
Dicas para melhorar o desempenho sexual
Para melhorar o desempenho sexual e fortalecer a autoestima masculina, além de adotar um estilo de vida saudável, é importante investir em algumas medidas específicas. Essas, no entanto, não são indicadas para todos, mas conforme a necessidade individual, definida pelo médico responsável. Conheça quatro delas a seguir.
1. Fazer reposição hormonal
Estima-se que 15% dos homens, com idades entre 50 e 60 anos, apresentem hipogonadismo (distúrbio em que os testículos passam a produzir menos testosterona). No entanto, indivíduos mais jovens, a partir dos 40 anos, também podem ter a chamada deficiência androgênica do envelhecimento masculino (DAEM).
Nesses casos, indica-se fazer a reposição hormonal, seja de forma injetável ou com gel transdérmico. Além de outros aspectos importantes, o tratamento melhora a libido e a qualidade das ereções.
2. Tratar as comorbidades
Algumas doenças bastante recorrentes na população masculina afetam o sistema cardiovascular e, consequentemente, podem levar à disfunção erétil, prejudicando o desempenho sexual. É o caso, principalmente, do diabetes tipo 2 e da obesidade.
3. Controlar a ansiedade de desempenho
A ansiedade de desempenho (ou ansiedade de performance), quando identificada como psicogênica, deve ser tratada por um especialista em medicina sexual. Para resolver o problema, o profissional costuma recorrer à terapia comportamental cognitiva e, por vezes, ao uso de medicamentos.
4. Praticar atividades físicas
Além de diversos outros benefícios para a saúde geral, a prática regular de atividades físicas também ajuda a melhorar o desempenho sexual. No entanto, isso pouco tem a ver com deixar o corpo mais “sarado”. Trata-se, na realidade, da consequência do impacto dos exercícios físicos:
- na melhora da função cardiovascular (circulação sanguínea);
- no incremento da resistência física;
- na elevação da autoestima;
- na redução do estresse;
- e no aumento da libido.
Ao mesmo tempo, manter-se fisicamente ativo também reduz, consideravelmente, as chances de apresentar disfunção erétil. Isso vale, especialmente, para as atividades físicas aeróbicas, como caminhar, correr, pedalar, nadar, entre tantas outras, feitas regularmente.
5. Evitar o consumo de pornografia
Assistir pornografia pode se associar a efeitos psicossexuais negativos, principalmente, por levar a comparações irreais e por desconsiderar os componentes afetivos da sexualidade. Além disso, muitas vezes, o hábito dificulta a socialização e promove o isolamento.
Outros problemas relacionados são os déficits nas funções cognitivas, incluindo falta de atenção, baixa concentração, dificuldade para a tomada de decisões, entre outros. Existe, ainda, a dificuldade de ter ereções satisfatórias com pessoas reais.
Tudo isso, vale destacar, tem a ver não apenas com a frequência do consumo desse tipo de conteúdo, mas também com a forma como se dá a apreciação subjetiva. Aliás, sabe-se que consumidores mais frequentes tendem a desenvolver uma impessoalidade e/ou objetificação das relações — o que, em vez de, melhorar o desempenho sexual, só o atrapalha.
Especialistas em sexualidade consideram como vício em pornografia o hábito de consumi-la de duas a três vezes por semana, por um período de seis meses. Trata-se de um distúrbio psicológico, ligado ao sistema de recompensas do cérebro. Isso porque, cada vez que conteúdos adultos são assistidos, ocorre uma descarga de dopamina (sensação de felicidade) no organismo. Acontece que, quanto mais se consome, maiores têm que ser as próximas “recompensas”, gerando uma condição patológica.
6. Corrigir aspectos estéticos que o incomodem
Há quem pense que a barriga saliente ou a calvície são as maiores preocupações estéticas dos homens. Se forem, existem boas estratégias para reverter esses quadros, como dieta e atividade física ou transplante (ou implante) capilar, respectivamente.
No entanto, para muitos, é o tamanho do pênis que realmente abala a autoestima masculina, gerando um sentimento de insegurança e inferioridade. Nesse caso, vale a pena buscar uma solução segura e eficaz para lidar com a questão, que os ajude a ficar mais confiantes.
Como a técnica UroFill® pode ajudar
A técnica de engrossamento peniano UroFill® deixa o homem mais confiante quanto à aparência da genitália e, ao mesmo tempo, potencializa o prazer da(o) parceira(o). Quer saber como?
Simples: o procedimento consiste na aplicação de um preenchedor dérmico (ácido hialurônico) em pontos específicos do pênis. Ele é realizado por urologistas certificados, feito no próprio consultório médico, em três ou quatro sessões que duram de 10 a 40 minutos cada.
Para injetar o preenchedor, utiliza-se uma agulha fina, após a aplicação de um potente creme anestésico. Dessa maneira, o paciente não sente qualquer dor ou desconforto e pode voltar às suas atividades habituais imediatamente. A única exceção são as relações sexuais, que devem ser suspensas por 72 horas, para não prejudicar o resultado.
Para saber mais, confira este artigo: Conheça os diferenciais da técnica UroFill®
O resultado é um aumento significativo da circunferência peniana, com a correção de eventuais desvios estéticos. Assim, a técnica UroFill® torna o órgão mais robusto, sem perder a aparência natural, nem comprometer sua funcionalidade.
Leia também: Por que se especializar no método UroFill®?
Com isso, a autoestima masculina é fortalecida, tanto por conta do “plus” na aparência, quanto pela capacidade de proporcionar prazer. Na prática, UroFill® ajuda a melhorar o desempenho sexual de homens cuja preocupação com o tamanho da genitália atrapalhava as relações.
Esperamos ter esclarecido suas dúvidas a respeito. Para saber mais, entre em contato e converse conosco!